desaprendendo a pular sacadas

Já estou quase chegando. Abra vai esta porta eu trouxe questões; não me lembro do que pediu mas não importa eu trouxe e não deu em sacola. É silenciosa, sao; não a mim mas afora de meu corpo é preciso pouco é preciso apenas que se lide com um rosto que agrada menos mao no rosto tempo corrido no rosto água escorrida no rosto tudo isso em silencio o menor barulho possível; o risco é que assim nesse convívio é propício que adentro outros corpos se ouçam sem poder fugir os próprios estrondos; e muita gente que não me abre as chaves tem pavor estrondoso disso e várias acabo me evitando por demasiada e é quando breve depois as covinhas me matam – naturalmente eu nem as tenho – e me obrigam e me esburacam não só as laterais mas toda; várias que me mantém as fechaduras preferem barulho de escavação obra falha buraco profundo pra nada; eu não tenho rosto de nada; se coubesse em bolsas como todo o mundo das novelas gostariam de ver viriam cheias; mas menos interessante bem menos consumível nao se dividiria em mesa de bater copos chamando de brinde de forma alguma se escutaria em saleta de espera com imagem de pintor suave e revistas exaltando sacolas; como tudo quase tudo que existe agora se fabrica vende e alguém que ganha e muita que perde mas nada disso serve ensacado é preciso que entendam que peguem nas maos pensantes diminuam de pular as sacadas, abra;

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