exercitando serena

Eu não estou brava, questione isto por melhor, você, esses olhos de observar bem. Estou perdida no odor do mal esgotamento de minha imagem, detestosa de que me vejam escrever em público furiosa em espaço que se usa pra ser jovem; daqueles exaltando o que hoje é um dia que não tenho, certo. Não brava. Ausentam-me os ânimos, não me graceja nada quando preciso comunicar, exceto quanto vago, as luzes sao belíssimas. Permaneco tolerante a espontaneidade dos encontros fugazes mas não as permanências; as explicações infernais se tornam e odiosa me torno só dizer deste assunto, so tenho virado disto? Você podia com boa vista pegar minhas coisas me dizer se desgasta, fico tremula, em poucos serei vista, fingirei a mulher serena que me evocam, a que eu atuei tao bem ate perde-la entre os exercícios do corpo.

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